sábado, 26 de junho de 2010

VTQRT em São Paulo

VTQRT número 4
Pais: Brasil
Cidade: São Paulo
Lugar: Aveida Paulista, Parque do Ibirapuera, Hotel Unique, Praça Benedito Calixto, Festa Junina, Shopping Morumbi.

Hoje recebemos a visita do Taku. Um japones que a Isabella conheceu durante o intercambio de linguas na Espanha. Ele está viajando por diversos lugares. Fomos buscá-lo no terminal Tietê, onde ele chegou após uma longa viagem de ônibus de Foz do Iguaçu. Viagem, por sinal, que eu faço todos os anos, para correr a maratona local. Após deixar as malas dele em local seguro, nosso primeiro passo de "Viajante em São Paulo", foi ir ao restaurante "À Mineira", no Jardins. Self Service de comida mineira, para comer a vontade a preço fixo, com direito a sobremesa. O objetivo era mostrar nossa feijoada ao Taku, mas também diversos ingredientes tipicos como jiló, etc. E algumas comparações com a culinária japonesa. Tipo, se a Feijoada está para Curry Rice, o couve manteiga está pra Fukujinzuke (vide Wikipedia). Em época de copa, tem telão. Boa sugestão para assistir ao jogo lá.

Depois caminhamos pela Paulista, entrando na FNAC e tirando a foto básica do MASP. De lá, pegamos ônibus (dica: se você tem uma visita internacional, presenteie-o com um Bilhete Unico com uma carga razoavel. R$ 20 no nosso caso), e apos conexões, chegamos à região do Parque do Ibirapuera. Mas antes, passamos no Hotel Unique para um cafezinho, observando a bela vista da cidade de São Paulo. A hospedagem no Hotel é caríssima, mas é possivel (e interessante) dar uma passada lá para o jantar. Não é lá tão barato, mas é um preço possivel (e um lugar maravilhoso) para uma noite especial.

No Parque do Ibirapuera, local que vez por outra (prefiro uma praça perto de casa) faço uns treininhos para as minhas maratonas. Mas a realidade é que, com exceção do percurso, não conheço quase nada. Fomos ao Pavilhão Japones, que provavelmente só tinha entrado uma vez, quando fiz trabalho voluntário vinculado a uma ONG internacional Brasil-Japão. É uma casa nos moldes japoneses que foi construida nas comemorações dos 70 (50?) anos da Imigração japonesa. Tem diversos utensilios antigos do Japão, armaduras, bonecas de proteção, etc. E você pode até alimentar as carpas, desde que compre a ração oficial. A entrada do Pavilhão custa R$ 4, com meia entrada pra quem tem direito.

Fizemos outras coisas, mas como o tempo está esgotando, após o Ibirapuera, pegamos um onibus para o metro (Clínicas, no caso). Mas passamos pela Praça Benedito Calixto e, no improviso, descemos para ver as feiras de artesanatos e antiguidaes. As barracas já estavam sendo fechadas, mas as lojas ainda estavam abertas. Não sabia da existência de nada disso. Redescobrindo São Paulo. Ainda passamos na Igreja onde estava acontecendo Quermesse de Festa Junina. Tenho ido a algumas quermesses nas cidades que participo de maratonas, ou em Cotia, mas Festa Junina em São Paulo, realmente faz muito tempo que não participo. Fomos embora antes da festa esquentar, mas valeu pelo gostinho.

Ultimo ponto do dia, Shopping. No caso, Shopping Morumbi. No Japão não há este estilo de loja gigante, segundo Taku. A visita ao Shopping em si foi uma experiência legal (sendo que eu, particularmente, só vou no Shopping quando tenho objetivo definido, seja compras ou cinema), mas ficamos um bom tempo procurando Havaianas de souvenir. Como pendência, vai ser legal ir também ao Shopping Cidade Jardim.

Tempo esgotado.

terça-feira, 22 de junho de 2010

VTQRT em Rosario Parte 3

VTQRT número 3
Pais: Argentina
Cidade: Rosario
Lugar: Monumento de la Bandera, Ponte Victoria, Boulevard Oroño, Avenida Pellegrini.

Ultimo dia em Rosario. Com os compromissos profissionais e esportivos cumpridos, ainda havia pendencias turisticas. Mas estava em dúvida em o que fazer hoje. Pegar um onibus para conhecer Santa Fe (2 horas de distancia) ou assistir ao jogo Argentina x Grecia pela Copa, em plena terra do Di Maria e do Messi? Considerando que ainda tenho chances razoaveis de voltar pra Rosario num futuro nao tao longe, acabei optando por ver o jogo da Copa, pois este, só a cada 4 anos, e olha lá.

Mas o jogo comecaria apenas as 15h30. Tinha muita coisa que poderia ser feita até lá. Mas, pela preguica consequente do cansaco acumulado, só consegui sair do hotel por volta do meio dia mesmo. Primeiro, queria tirar uma foto da Ponte Victoria para o Foto Clube e fiz uma caminhada pela Costanera (margens do Rio Parana, seguindo a Avenida Belgrano), ate um ponto em que a foto sairia minimamente visivel. Nao cheguei a tirar uma foto de perto. Fica pra proxima, quem sabe quando eu for pra Provincia visinha de Entre Rios.

Este é um local em que se pode ver muita gente praticando corrida. Fazer jogging observando o Rio Parana e uma experiencia bem agradavel. Depois fui para o Boulevard Oroño, outro ponto para os corredores. Porem, eu ficaria incomodado, pois apesar do percurso de mais ou menos 2.5 km, tem muitos semaforos. Ainda tem a Praca de la Independencia, o equivalente ao Ibirapuera, mas nao passei por lá hoje.

Depois caminhei pelo calcadao da Calle cordoba. Lugar para cambiar dinheiro (ceitam real) e almocar, fazer compras, etc. Tirei uma foto de uma cabine telefonica inglesa, no Passo Peatonal.

Cheguei no Monumento de las Banderas para resolver uma das pendencias turisticas, que era subir a torre para ter uma visao panoramica da cidade. Nao sei se por causa do jogo (ja eram 14h30) ou por causa do feriado do dia da Bandera (ontem, 20 de junho) ou obras, mas estava fechado. Fui comprar souvenires no shop do monumento e encontrei a lojista bem mal humorada, irritada pois queria ver o jogo (que comecaria 45 minutos depois). Como a loja so aceita efectivos (cash), nao pude fazer as compras da outra vez. Para comecar, ela atendeu com ma vontade e nao tinha varios itens que eu queria. Quando finalmente escolhi os souvenires disponiveis, mostrei uma nota de 100 pesos e ela fez cara feia dizendo que nao tinha troco. Mas logo arranjou em algum lugar.

Vi o jogo na Avenida Pellegrini (seria a Paulista de la?) comendo Asado e Morcilla. Depois, seguindo a dica do Alessio, fui na sorveteria Yoma. Muito bom. Ops, acabou o tempo. Nao da pra contar sobre o jogo...

A serie VTQRT pode continuar mesmo de volta em Sao Paulo também.

sábado, 19 de junho de 2010

VTQRT em Rosario parte 2

Mudanca no regulamento. (Já?)
Meu numero de sorte é 17. Logo, vou marcar que todos os meus VTQRTs devem ser escritos em 17 minutos apos preencher a ficha. Escrevo com cronometro cego (sem mostrar a contagem regressiva) ao lado. Se sobrar tempo, posso encher linguica, mas se o assunto ficar pela metade, vai ficar assim, a nao ser se tiver relevancia especifica no dia seguinte.

VTQRT número 2
Pais: Argentina
Cidade: Rosario
Lugar: Monumento de las Banderas, (a procura pelo) Parque de la Colectividad e Praca da Independencia

Hoje conheci a Susie, de Seattle, Washington. Marathon Maniac, como eu. Soube que ela ia estar em Rosario (para a maratona comemorativa do dia da Bandera) pelo site dos Maniacs e entrei em contato. Fomos dar um trote pela cidade. A Therumi minha visinha, deu a dica de irmos até o Parque de la Colectividad. Fomos trotando pela Avenida Belgrano, que parece ser o point de treino dos runners locais. A Puerto Madero de Rosario. Poremos, avancamos, avancamos, e nao encontramos. Ate que perguntei a um senhor que estava e bicicleta e ele falou que nos ja tinhamos passado faz teeeempo... Voltamos. E passamos de novo! Ou o nosso mapa esta errado ou todos estao confundindo. Vou tentar amanha mudando o ponto de referencia.

DESCOBERTA - No almoco, experimentamos a "pizzzanesa". uma das comidas muito apreciadas na Argentina é a milanesa. Este prato consiste numa pizza feita usando uma milanesa grande como base. Maravilhoso. E com papas fritas. Depois dessa, nem precisei jantar. E olha que já tinha queimado boas calorias, com quase 12 km percorridos. Isso na Avenida Pellegrini.

Aproveitamos para caminhar ate a Praca da Independencia, onde nao foi possivel ver tudo, mas vi pelo menos o estadio do Newell´s Old Boys, o hipodromo (com cavalos), as fontes e lagos, etc.

Ja estava escurecendo e pegamos taxi ate o Monumento de las Banderas. O Alessio, de Aracaju, ja havia me dado a sugestao de ver o Monumento a noite e ja tinha ido la uma vez ontem. Mas nao tinha entendido o significado em sua totalidade. Ontem, achei "apenas" lindo a transformacao com as luzes azuis. Hoje, percebi que na verdade, a torre se transforma na bandeira da Argentina. Realmente espetacular. Alem disso, há um caldeirao com fogo dentro de um espaco com pilares. Estes pilares tambem sao iluminados de azul, representando a bandeira. E o fogo é o sol. Infelizmente nao foi possivel subir na torre, sugestao da Therumi, pois esta fecha as 5 horas. A proposito, como eu acho que ja escrevi, segunda é feriado, Dia da Bandera. Sexta, muitas excursoes escolares estavam visitando o monumento, usando aventais de TNT (tecido nao tecido, acho que esse é o significado da sigla) para identificar e nao misturar com as criancas de outras escolas. Muitas banderas pela cidade. Inclusive uma bandeira enorme, cobrindo todo um predio alto. Dentro do monumento, ha um espaco em homenagem a todos os simbolos (bandeiras, hinos, etc) dos paises americanos e ate vendem souvenires, mas nao consegui comprar, pois so aceitam efectivo (cash) e eu estava sem cash. Muitos lugares nao aceitam card.

Em tempo, nunca imaginei que ia passar quase um dia inteiro em Rosario, falando predominantemente em ingles...

ACABOU O TEMPO. Mas o motivo do ingles pode ser deduzido ao ler o texto todo.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Viajante Total Quase Real Time (VTQRT) em Rosario

Tentativa para nao deixar o blog morrer, hehe. Se eu tinha uma desculpa que estou viajando tanto que nao da pra atualizar direito, agora vou experimentar colocar "relatos express" das viagens. Sem fotos, sem marcadores, sem correcao ortografica, sem checagem de veracidade das informacoes, mas menos de 24 horas depois da experiencia e com possibilidade de "virar artigo" no futuro. Uma forma estilizada de se dizer "rascunho", mas espero que tenha alguma coisa interessante nas linhas que seguem. E espero que, na pressa, deixe passar a menor quantidade possivel de "informacoes essenciais".

VTQRT número 1
Pais: Argentina
Cidade: Rosario
Lugar: Teatro El Circulo
Experiencia: Visita Guiada

Cheguei hoje a cidade de Rosario. Como estava muito cansado (tenho um péssimo de madrugar na véspera da viagem. Ainda que muitas vezes seja pela necessidade de resolver pendencias pre-ausencia. Como agravante, cheguei as 3h da manha) sai do hotel apenas depois das 14 horas. resolvi apenas caminhar pela cidade, passando pelo Monumento de la Bandera e Plaza 25 de Mayo. Depois, caminhada pela Calle Cordoba. No momento que dou uma desviada e continuo caminhando, passo pelo Teatro El Circulo e vejo um cartaz de Visita Guiada do mesmo (15 pesos, Segunda, Quarta e Sexta as 10h30 e 17h30. sabado as 10h30). Tour simples, mas muito legal, pela história do Teatro de la Opera, nome no momento de fundacao em 1904, e que mudou para o atual nome no Centenario. Passeamos pela plateia, camarotes, El Foyer, camarins, locais de acesso normalmente nao permitido numa casa de Opera, e ate no palco, para se ter uma ideia do que é estar no centro dos holofotes. A Casa tambem oferece diversos cursos. E nas salas desocupadas pelos profissionais, alunos as ocupavam para ensaiar. Segunda-feira agora é o dia da Bandeira em Rosario. Alias, neste fim de semana havera diversos eventos pela cidade. Na segunda feira a noite, havera espetaculo gratuito. Mas o horario tem diversas atividades concorrentes, como a Final do Mundial Juvenil de Rugby, no Estadio do Newell´s Old Boys. Quem sabe?
Em tempo, ontem, no momento que eu estava no Aeroporto Salgado Filho (POA), em Porto Alegre, estavam se apresentando no El Circulo, Toquinho e Maria Creuza.

Tempo utilizado para este post: 14 minutos.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Foto Clube - Mc Donalds pelo Mundo - Parte 2

Alguns Mc Donalds dos Estados Unidos, em três Estados diferentes, e afastados, um do outro:

Quando estou no Brasil, dificilmente vou para esta rede de fast-food, mas quando estou em outros países, sempre dou uma passadinha para ver se existe um cardápio especial, como o Mc Fish (File O'Fish) de Bacalhau, em Lisboa .

Nos Estados Unidos, é inevitável passar por lá algumas vezes, principalmente se há convergência de condições especificas como: viagem em grupo, tempo escasso, necessidade de alimentação rápida na estrada, e economia. Lógico que, tendo um pouco de paciência, conhecimento e curiosidade, e gastando só um pouquinho a mais, é possível se alimentar muito bem nos Estados Unidos. Mas isso é assunto pra outros artigos.

Aqui, três Mc Donalds, de arquiteturas diferentes, que eu não entrei para comer.



Dezembro/2009 - Até a Calçada da Fama, Hollywood, tem seu Mc Donalds (Los Angeles, CA)



Janeiro/2010 - Até a Disney World tem seu Mc Donalds (Lake Buena Vista, FL)

Janeiro/2010 - Mc Donalds em Chicago (IL), a Cidade dos Ventos

segunda-feira, 29 de março de 2010

Deep-Dish Pizza, de Chicago

Um dos assuntos que eu e a Isabella discutimos com alguma freqüência durante nossas caminhadas (que também serve de reunião para pensar em assuntos deste blog) é sobre qual é a melhor pizza do mundo. Na verdade, para mim, pouco interessa saber se existe “uma” melhor pizza do mundo, mas sim, experimentar todas, e descobrir qual o aspecto que cada pizza tem de especial.

Sempre defendi que a pizza italiana é mais saborosa que a paulistana. Até coloco como pontos a favor a criatividade dos nossos pizzaiolos e a fartura e variedade características das nossas pizzas paulistanas. Porém, o meu critério fundamental é a compatibilidade do alimento em relação ao seu ambiente de origem e/ou desenvolvimento. Acredito que cada alimento tem uma razão em surgir, ou ser adotado e aperfeiçoado numa determinada região. Seja simplesmente por causa da matéria prima, ou por causa do clima. Como um exemplo básico, em lugares muito quentes e úmidos, não se faz sucesso um prato quente e bem gorduroso. No caso da pizza italiana (e isso porque ainda não provei a napolitana legitima), a qualidade da matéria prima local: o frescor do tomate e a textura do queijo, são imbatíveis, e perfeitamente adequados ao clima mediterrâneo. E a simplicidade da pizza marguerita conta a favor.

Após uma longa introdução, corro o risco de entrar em contradição.

Afinal, a minha nova descoberta é o Deep-Dish Pizza, uma das adaptações da cidade de Chicago para este prato mundialmente famoso. Como diz o nome, é uma pizza feita num prato (ou melhor, uma panela) fundo, e tem borda de cerca de 3 polegadas (aproximadamente 7,5 cm) de altura, repleta de recheio (molho de tomate, queijo, carnes, verduras, cogumelos, cebola, pimentão, etc.). É praticamente impossível saborear sem talheres, pois a massa é fina para tanto recheio.



Tinha que ser invenção de um texano, que não se contenta com coisas pequenas. Ike Sewell, fundador da Pizzeria Uno, lançou este estilo de Pizza em 1943, durante a Segunda Guerra Mundial. Fez muito sucesso ao longo da década, pois uma única porção alimentava varias pessoas, num período difícil pós guerra. De fato, uma porção pequena é suficiente para dois adultos. Não há azeite na mesa, mas o garçom oferece uma porção de óleo vegetal, suave e saboroso, muito diferente do que temos no Brasil, e que combina bem com a Deep-Dish Pizza.

Vale acrescentar que experimentei este prato num dia chuvoso em pleno inverno (janeiro) na “Cidade dos Ventos”, como é conhecida Chicago, com razão. Para “melhorar”, uma caminhada de quase 30 minutos, partindo da Sears Tower (atual Willis Tower), um dos pontos turísticos da cidade. Por fim, o tempo de espera até o prato ficar pronto também não é pouco, mas valeu a pena toda a jornada para ter esta nova descoberta gastronômica.

Perto da Pizzeria Uno, se localiza a primeira filial: a Due, fundada em 1955. Hoje em dia, pode se saborear o prato em diversos Estados, inclusive por Delivery.



Quanto a questão de qual é a melhor pizza do mundo para o meu paladar, temos um belo duelo entre a fartura (Chicago) e a simplicidade (Itália). Mas cabe questionar se a Deep-Dish Pizza pode mesmo ser considerada uma pizza. Por mais delicioso que seja, por mim, não saberia contra-argumentar, se alguém disser que “não é pizza”. Os napolitanos que o digam...

quinta-feira, 25 de março de 2010

Disney All Star Resorts

Recentemente houve a exibição dos filmes Toy Story e Toy Story 2 em versão 3-D, em curtíssima temporada, como uma espécie de prévia de Toy Story 3, com lançamento previsto para junho. Nunca tinha assistido a este filme antes, e instantaneamente me tornei fã do desenho. Por coincidência, quando estive na Disney World no começo do ano, fiquei hospedado no All Star Movies, exatamente no setor Toy Story, onde, mesmo sem conhecer, fiquei encantado com os personagens Woody e Buzz Lightyear gigantes, no alojamento construído como se fosse o quarto do garoto Andy, do desenho.
Veja mais fotos no site oficial: http://disneyworld.disney.go.com/resorts/all-star-movies-resort/

Tudo bem que Orlando tem diversas alternativas de lazer como os diversos outlets e os outros parques temáticos como Universal Studios e Sea World. Porém, se o objetivo principal da estada em Orlando for mesmo levar as crianças (inclusive aquela que "mora dentro de você") pra Walt Disney World Resort, acredito que se hospedar no Disney All Star Resorts, é uma excelente opção, principalmente para quem deseja correr a Maratona Disney em janeiro (que foi o meu motivo de viagem).

Os All Star Resorts se localizam dentro do próprio complexo da Disney World, no Animal Kingdom. São opções econômicas, e existem o All Star Movies, All Star Music e o All Star Sports, um do lado do outro, com arquitetura semelhante, mudando apenas a decoração interna e externa.

Ao entrar no quarto, toalhas em formato de personagens Disney para te recepcionar. Não há Wi-Fi. A internet é a cabo, e a um preço não tão acessível. O Frigobar também é opcional. Tudo pra não reter a criançada no quarto, e fazer eles aproveitarem o seu tempo nos parques, consumindo a grande variedade de produtos. Dos resorts, saem ônibus gratuitos para qualquer um dos parques, e o cardkey serve como cartão de crédito, quando desbolqueados. A programação televisiva é direcionada. Muitos canais originais da Disney, com muita propaganda do parque, além de previsão do tempo de Orlando. Já eu me diverti bastante assistindo ao campeonato de Sumô num canal japonês, que era um mix de diversos canais diferentes, incluindo a NHK.



Cada resort possui também um restaurante e piscinas aquecidas. No restaurante, uma variedade razoável de comidas fast-food. Para a bebida, basta comprar o copo acima, para beber sucos, refrigerantes e bebidas quentes à vontade. Há inclusive colecionadores, que voltam todos os anos para colecionar o copo acima.

Como lembrança da minha primeira Maratona Disney, que foi a mais fria da História (alias, um frio histórico atingiu o leste dos EUA neste ultimo inverno), encomendei a seguinte caricatura para um dos diversos artistas que trabalham no Hotel.